sábado, 24 de maio de 2008

A primeira aventura em Brazlândia


História contada em 1ª pessoa

No dia 16 de março, tivemos uma experiência maravilhosa no mundo jornalístico. Na realidade, nossa primeira experiência. Estamos cursando o primeiro semestre de jornalimos no Iesb. E, logo de início, como trabalho de filosofia, eu e mais duas amigas, Jéssica e Giselle, fomos a Brazlândia realizar um censo. O assunto era a prática de esportes na cidade e a qualidade de quadras e campos esportivos. Neste trabalho, a filosofia se encaixava na observação do ser e no seu comportamento.

A princípio, visitamos escolinhas de futebol, que são patrocinadas pela administração regional e alguns cidadãos comuns, que têm como objetivo ajudar as crianças carentes da região. Notamos que é uma cidade com muitos projetos sociais voltados à pratica de esportes. Isso, enquanto estávamos sendo acompanhadas por um representante da administração de Brazlândia. Entre paças, quadras, e campos, fomos parar no meio de um campeonato de futebol. Ali a esperiência foi mais emocionante.

Começamos as entrevistas. Eu fui para um lado e as meninas para outro. Após algumas abordagens, deparei-me com a real situação: a maior parte das pessoas são leigas quanto aos projetos sociais existentes em sua cidade. Muitos praticam esporte apenas por lazer e descontração. Existem também os que não praticam esporte algum. E, ainda assim, estavam lá na beira do campo, apenas para beber e zoar, como um jovem disse.

Em determinados momentos, cheguei a ter medo. Ali estavam pessoas de todos os tipos. Os estilos eram variados, de "bebuns" a pessoas de bem, que estavam ali para brincar e praticar seu esporte por prazer e lazer.

Uma das experiências que me tocaram, ocorreu na praça central, próximo à rodoviaria da região. Quando estava atrás de alguma pessoa que pudesse acrescentar ao meu trabalho, depareí-me com um casal de idosos, sentados num banquinho, curtindo a sombra de uma árvore. A princípio, tive medo, medo de interromper a conversa e não ser bem recebida. Mas, foi o inverso. A recepção foi bem-vinda, e os velhinhos acrescentaram mais que todas as outras entrevistas. Falaram que participam de projetos esportivos voltados a idosos, e que foi lá que se conheceram e que se sentem muito bem a cada novo dia. Em meio a entrevista, já estava me sentindo meio intima. Muitas histórias contadas por eles já estavam me emocionando. Minha vontade era ajudar. Percebi que o fato de eu estar ouvindo seus causos, para eles era como se estivessem sendo presenteados. Então decidi ajudar, dando ainda mas a minha atenção. Sai de lá com uma vibração incrível e a sensação de que muitas vezes pensamos que a única forma de ajudar alguém é com dinheiro. E, no entanto, muitas vezes as pessoas só precisam ser ouvidas, se sentirem importantes, e sentir que alguém dá importância a suas histórias. O que era pra ser uma entrevista sobre a prática de esportes, acabou sendo uma grande lição de vida.


História contada em 3ª pessoa.

Alunos do curso de jornalismo têm sua primeira esperiência na prática

Estudantes do 1º semestre do curso de jornalismo da faculdade Iesb tiveram sua primeira esperiência em entrevistas. O professor de filosofia decidiu colocar os alunos na rua, com o objetivo de fazer um lenvantamento sobre o esporte nas cidades e avaliar como anda o nivel de observação de cada aluno sobre o comportamento de outras pessoas e os acontecimentos a sua volta. As alunas Jéssica, Giselle e Joelma foram a Brazlândia. Relataram ser uma cidade com muitos projetos sociais. Porém, notaram que grande parte da população desconhece isso.

As três visitaram alguns projetos e escolinhas de futebol, patrociandas pela administração local e alguns moradores, que têm por objetivo tirar as crianças da rua e da ociosidade. As entrevistas foram realizadas em quadras poliesportivas, campos de futebol em que estavam sendo realizados torneios, e praças da cidade.

Um dos momentos marcantes para uma dessas estudantes foi uma entrevista realizada com um casal de idosos, em que foi tirado, inclusive, grandes lições de vida e aprendizado.

Joelma Aparecida
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Documentário Millenium 1968

O Video Millenium trata de uma entrevista com Todd Gitlin que, em 1964, foi presidente do SDS, um dos movimentos estudantis mais radicais e influentes da época. Atualmente, Todd Gitlin é professor de jornalismo e sociologia na Columbia, uma das universidades de maior prestigio nos Estados Unidos. Para ele, o ano de 1968 foi marcado pela luta da direita com a esquerda, a polarização dos EUA que foi impulsionada pela luta dos direitos civis. Acredita também que todos os movimentos, sem a guerra do Vietnã, não teriam sido tão conflituosos como de fato foram. Todd afirma que os EUA podem aceitar hoje os gays, que mulheres tenham autoridade, que negros tenham condições de igualdade como os brancos, devido, principalmente, aos acontecimentos culturais de 68. O processo tinha a tendência de se dirigir para uma posição de abertura.

Para Todd, o ano de 68 não tem quase nenhuma semelhança com 2008. Hoje, não temos uma revolta cultural. Mudanças culturais na eletrônica, na música, no estilo e assim por diante são acontecimentos normais. Para ele, o individualismo americano triunfou. A tradição política ficou muito diferente. Todd lembra que estamos vivendo hoje uma guerra, apesar de nenhuma evidência dela. Os acontecimentos em algumas partes estão muito sutis.

Perguntado sobre as peculiaridades entre John Kennedy e Barack Obama, Todd diz que o ex-presidente era mais experiente e tinha mais aliados. Seu Pai era importante política e economicamente, havia sido embaixador em Londres, cumpriu três mandatos na Câmara e um no Senado, concorreu a vice-presidência em 1956. Obama é novato e o povo se identifica. Devido a sua capacidade pessoal, ele transmite talvez a esperança que o povo americano tanto busca. Todd acredita que quem se tornar presidente daqui a um ano, terá que encarar sérios problemas, seja no meio ambiente, na política, na economia, e até moralmente. Para ele, Bush se perdeu e será difícil recuperar esses oito anos em que os EUA esteve errando.

Joelma Aparecida
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Ética no Jornalismo

Questões abordadas.

1- Um repórter mente e suborna fontes para obter informações de interesse público, as quais não teriam acesso se identificasse como jornalista?

A meu ver subornar não deve. Mesmo porque, subornando ele acaba se tornando corrupto, e quebrando a ética. Porém, omitir a identidade é natural. Existem diversas apurações, principalmente investigativas, nas quais, se o jornalista se identifica, não consegue concluir a apuração, pois todas as portas serão fechadas e os acessos, negados. Tratando-se de noticia de interesse público, acredito que ele não só pode, como deve.

2-O Jornalista deve publicar uma reportagem mesmo sabendo que ele pode prejudicar as pessoas?

Isso depende. Se for uma noticia que vá prejudicar um cidadão de bem, sem fatos e provas concretas, não deve ser publicado. Temos muitos casos que ilustram bem esta situação. O caso da mãe acusada de colocar cocaína na mamadeira da filha mostra essa realidade. Diariamente, pessoas são acusadas pela mídia e depois é provado a inocência delas. No caso da jovem mãe presa, ela foi humilhada, apanhou na cadeia, perdeu a saúde, a paz, e depois foi provada sua inocência. O dano causado foi irreparável. Porém, em contrapartida, uma notícia tipo denúncia de u Bingo, que funciona clandestinamente, vai prejudicar o dono e as pessoas que trabalham lá. Isso deve ser denúnciado. Assim, cada caso deve ser analisado, para que não se cometam injustiças.

Portanto, toda notícia apurada e comprovada, deve ser publicada para conhecimento do leitor.

Joelma Aparecida
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quinta-feira, 22 de maio de 2008

O ano em que os Estados Unidos parou: 1938, a invasão marciana

Os Estados Unidos parou no dia 30 de Outubro de 1938, com o grupo de teatro Mercury, liderado por Orson Welles. Baseado na ficão de H.G. Wells, criada em 1898, Orson encenou a história, na rádio CBS, no formato de uma novela radiofônica, com chamadas ao vivo, confundindo o ouvinte, que ligava o rádio atrás de notícias e se deparava com uma situação de pânico e terror.

Em uma das chamadas, o locutor afirma estar diante de um ser de outro planeta, que seria enorme e estava matando toda a população. Ao final, o locutor fica mudo, como se estivesse sido atingido. A população ficou enlouquecida, muitos foram às ruas, outros congestionaram as linhas telefônicas, buscando informações de parentes. Houve casos de pessoas que tiveram ataques cardíacos. Após os minutos de silêncio ao final da programação, Orson entrou novamente ao vivo, dizendo que se tratava de uma ficção. Porém, era tarde. A população já havia entrado em pânico e ido às ruas.


Depois deste caso de irresponsabilidade nos Estados Unidos, outros se repetiram. No Brasil, houve um parecido no Maranhão. Tamanha falta de responsabilidade e ética colocou toda uma população em estado de alerta e pânico. O que nos leva a questionar. Ao nos depararmos com notícias impactantes, devemos sempre procurar outras fontes para certificar-nos, da veracidade da notícia.

Joelma Aparecida
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sexta-feira, 9 de maio de 2008

Aguardem...

Esse é o começo de um trabalho que realizarei, baseado em aprendizado continuo da minha vida de estudante de jornalismo. Pretendo retratar por meio de textos e fotos, algumas reflexões de noticias e acontecimentos a nossa volta, e que mexem com nossos conceitos e valores. Muito breve estarei em ação!

Joelma Aparecida
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